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	<title>Arquivos Pesquisa | G2 Medicina Diagnóstica</title>
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	<description>A G2 Medicina Diagnóstica é um laboratório localizado no Jabaquara que realiza coleta domiciliar na Zona Sul de São Paulo para exames e análises clínicas.</description>
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	<title>Arquivos Pesquisa | G2 Medicina Diagnóstica</title>
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		<title>Obesidade no Brasil teve aumento de 8% entre 2006 e 2018</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/09/12/obesidade-no-brasil-teve-aumento-de-8-entre-2006-e-2018/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 15:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Vigitel]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome metabólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik O número maior de pessoas obesas se deve ao alto consumo de alimentos processados, ricos em gorduras e açúcares. Além disso, o excesso de peso está mais presente em pessoas entre 55 e 64 anos de idade. De acordo com estudo realizado pela Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>O número maior de pessoas obesas se deve ao alto consumo de alimentos processados, ricos em gorduras e açúcares. Além disso, o excesso de peso está mais presente em pessoas entre 55 e 64 anos de idade.</strong></p>



<p>De acordo com estudo realizado pela Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgado pelo Ministério da Saúde, o nível de obesidade no Brasil saltou de 11,8% para 19,8% entre 2006 e 2018.</p>



<p>Mais de 52 mil pessoas responderam à pesquisa pelo telefone. A amostra compreendeu todos os 26 estados do país, mais o Distrito Federal, durante o período de fevereiro a dezembro de 2018. O Ministério acredita que o número maior de pessoas obesas se deve ao alto consumo de alimentos processados, ricos em gorduras e açúcares. Além disso, o excesso de peso está mais presente em pessoas entre 55 e 64 anos de idade.</p>



<p><strong>EXCESSO DE PESO AUMENTOU 30,8% ENTRE BRASILEIROS</strong></p>



<p>Além de trazer dados sobre a obesidade no Brasil, a Vigitel também pesquisou sobre o excesso de peso. Os pesquisadores informaram que 55,7% da população brasileira (ou seja, mais da metade do País) está acima do peso, o que significa um crescimento de 30,8% ao longo do período analisado. Para se ter noção, em 2006, a porcentagem de pessoas com excesso de peso era de 42,6%.</p>



<p>No quesito sobrepeso, a fatia mais jovem da população, com idade entre 18 e 24, tem maior predominância. Além disso, as mulheres apresentaram crescimento acima dos homens. O excesso de peso entre elas aumentou 40% contra 21,7% no caso dos homens.</p>



<p><strong>SOBREPESO PODE OCASIONAR DOENÇAS COMO DIABETES E SÍNDROME METABÓLICA</strong></p>



<p>A diabetes é uma doença relacionada ao metabolismo da glicose, que ocorre pela má absorção de insulina, hormônio que tem como principal função processar moléculas de glicose e fornecer energia que é aproveitada por todas as células.</p>



<p>A ausência, seja total ou parcial, de insulina interfere tanto na queima de açúcar quanto na síntese de outras substâncias, como gordura, músculos e proteínas.</p>



<p><strong>SÍNDROME METABÓLICA</strong></p>



<p>Como já abordado o assunto da <a href="https://blog.farmaciasempreviva.com.br/sindrome-metabolica-o-que-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>síndrome metabólica</strong></a> e merece destaque por ter relação direta com o excesso de peso. De acordo com o material da FSV: “O conjunto de doenças metabólicas é o que chamamos de fatores de risco associados à Síndrome Metabólica. Quando ocorrem simultaneamente, as chances de desenvolver problemas mais graves são maiores, o que aumenta significamente o risco de cardiopatias, acidentes vasculares (derrames) e diabetes do tipo 2. A principal causa da Síndrome Metabólica está ligada à obesidade ou sobrepeso e o sedentarismo. Além disso, este distúrbio metabólico está ligado à chamada resistência insulínica.</p>



<p>A insulina é produzida pelo pâncreas e permite que o açúcar/carboidrato possa ser utilizado como energia nas células. As células das pessoas com resistência insulínica não respondem corretamente à ação da insulina. O resultado é que os níveis de açúcar no sangue aumentam mesmo que o corpo produza mais insulina para tentar diminuir este alto nível de açúcar (glicose) no sangue.”</p>



<p>A melhor forma de se prevenir contra essas doenças, assim como combater a obesidade, é o acesso a informações. É fundamental procurar bons profissionais que auxiliem na mudança de hábitos e na adoção de uma reeducação alimentar para se manter saudável durante toda a vida.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.farmaciasempreviva.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Farmácia Sempre Viva</strong></a> – <a href="https://www.farmaciasempreviva.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.farmaciasempreviva.com.br/</a></p>
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		<title>Maioria dos médicos vê o preço do tratamento de cannabis como um dos grandes desafios para se trabalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 15:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[Cannabis Medicinal]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[CICMED]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Estado de Minas Kaya Mind divulga análise exclusiva que revela quais são as maiores dificuldades no setor. A Kaya Mind, primeira empresa brasileira especializada em dados e inteligência de mercado no segmento da cannabis, do cânhamo e de seus periféricos, identificou que o preço do tratamento à base de cannabis é visto pelos profissionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Estado de Minas</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Kaya Mind divulga análise exclusiva que revela quais são as maiores dificuldades no setor</strong>.</p>



<p>A <a href="https://kayamind.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Kaya </strong></a><strong><a href="https://kayamind.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mind</a>,</strong> primeira empresa brasileira especializada em dados e inteligência de mercado no segmento da cannabis, do cânhamo e de seus periféricos, identificou que o preço do tratamento à base de cannabis é visto pelos profissionais da saúde como a maior dificuldade para se trabalhar no setor. Em seguida, está o preconceito e a falta de informações acerca do tema.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa foi realizada na 1ª Conferência Internacional de Cannabis Medicinal  (CICMED), em São Paulo (SP), de 11 a 13 de agosto, sendo que a tabulação dos dados do estudo acaba de ser divulgada. O evento foi destinado para médicos e profissionais de saúde com objetivo de desmistificar e disseminar informações sobre o universo da cannabis. Além disso, trouxe os mais relevantes tópicos sobre a temática e suas aplicações em diferentes áreas da saúde, contando com a participação de renomados médicos e cientistas brasileiros e internacionais especialistas no assunto. </p>



<p>Segundo a Kaya Mind, dos 149 entrevistados, 36,9% acreditam que os valores referentes ao uso dos ativos são os maiores desafios. Além disso, do total, apenas 45,6% trabalham com cannabis e a maioria tem atuação recente no meio, prescrevendo cannabis há 2 anos ou menos. E é importante reforçar que os 149 entrevistados não correspondem à totalidade de profissionais da saúde que têm um posicionamento sobre o tema – o dado é referente a quantidade de pessoas entrevistadas durante a pesquisa.</p>



<p>Para <strong>Thiago Dessena Cardoso</strong>, cofundador e CIO da Kaya Mind, o alto valor dos produtos à base de cannabis ocorre, principalmente, pela necessidade de importação. “A nossa legislação atual não permite o plantio e cultivo em solo brasileiro. Por isso, trazer esses medicamentos para o Brasil encarece o produto, considerando que, para comprar, temos que converter a nossa moeda para a do país que fornece o insumo”, explica.</p>



<p><strong>CRESCIMENTO</strong></p>



<p>Além de pontuarem o preço como um dos maiores desafios, entre os profissionais da saúde prescritores de cannabis que responderam à pesquisa, 95,6% indica cannabis para tratar dores, seguido de condições mentais (ansiedade e depressão), com 82,3%, e distúrbios do sono também 82,3%. Vale dizer que os prescritores podiam assinalar mais de uma resposta.</p>



<p>Além disso, grande parte prescreve por meio da RDC 660, ou seja, receita produtos que só estão disponíveis via importação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), totalizando 82,3%. Depois, estão os produtos de associações (50%) e, em seguida, os derivados que estão à venda em farmácias convencionais e foram autorizados pela RDC 327 (32,3%).&nbsp;</p>



<p>De acordo com <strong>Maria Eugenia Riscala</strong>, cofundadora e CEO da Kaya Mind, o número de médicos prescritores de cannabis no Brasil vem crescendo gradativamente. “Fornecer informações referentes aos benefícios do uso dos ativos para o tratamento de diversas doenças é fundamental para que esse número de profissionais aumente cada vez mais. Quanto mais pessoas envolvidas na pauta, mais visibilidade para uma possível regulamentação”, conclui.</p>



<p><strong>Fonte: Kaya Mind</strong></p>



<p></p>
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