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	<title>Arquivos Tecnologia | G2 Medicina Diagnóstica</title>
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	<description>A G2 Medicina Diagnóstica é um laboratório localizado no Jabaquara que realiza coleta domiciliar na Zona Sul de São Paulo para exames e análises clínicas.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Dec 2022 01:11:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Tecnologia | G2 Medicina Diagnóstica</title>
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		<title>Tecnologia se torna imprescindível na área da saúde</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/12/04/tecnologia-se-torna-imprescindivel-na-area-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 01:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artficial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das Cloisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik De acordo com Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria, a digitalização de processos está cada vez mais presente em clínicas e hospitais. A tecnologia na área da saúde ganha cada vez mais espaço dentro de hospitais e clínicas médicas, proporcionando uma melhor experiência para médicos, colaboradores e, principalmente, aos pacientes. Assim como em [&#8230;]</p>
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<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>De acordo com Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria, a digitalização de processos está cada vez mais presente em clínicas e hospitais</strong>.</p>



<p>A tecnologia na área da saúde ganha cada vez mais espaço dentro de hospitais e clínicas médicas, proporcionando uma melhor experiência para médicos, colaboradores e, principalmente, aos pacientes.</p>



<p>Assim como em qualquer setor do mercado, as empresas que investem constantemente em opções mais tecnológicas relacionadas ao cuidado com a saúde podem conseguir uma série de vantagens em relação a seus concorrentes.</p>



<p>De acordo com Éber Feltrim, especialista e consultor de negócios na área da saúde e CEO da <a href="https://www.sisconsultoria.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SIS Consultoria</a>, os impactos da tecnologia 5G na área da saúde englobam tanto os segmentos administrativos e operacionais quanto o serviço prestado aos pacientes. “A tecnologia aperfeiçoa o trabalho com a utilização de dados para otimizar os processos de ponta a ponta. Isso vai desde a organização da rotina corporativa até a condução de procedimentos, como a realização de exames em menor tempo, a emissão de telelaudos e o monitoramento remoto de pacientes com a telemedicina. Esse cenário traz uma rotina de trabalho mais fluida e menos custosa. Em termos de satisfação dos pacientes, é importante conhecer as vantagens em relação à segurança de diagnósticos mais ágeis e precisos. Cada vez mais, a tecnologia tende a trazer estabilidade, agilidade e precisão para a telemedicina”, relata.</p>



<p><strong>NTERNET DAS COISAS</strong></p>



<p>A Internet das Coisas é um conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet. Este novo marco de conectividade permite que não só a máquina de lavar ou o robô-aspirador possam ser acionados à distância, mas que o próprio corpo seja investigado com a mesma facilidade. Assim, sair de casa para fazer exames pode virar algo do passado. “A telemedicina facilita este processo, com o efeito das pré-consultas e até monitoramento de retorno pela internet. A previsão futura é de que este monitoramento aconteça por <em>smartwatches</em> e outras tecnologias que serão instaladas no corpo, nos veículos e dentro da casa das pessoas”, revela Feltrim.</p>



<p>Para o especialista, o metaverso vai representar um dos grandes avanços na área da medicina. “Hoje em dia podemos nos consultar via telemedicina por meio de um celular, <em>tablet</em> ou computador. No futuro, o metaverso vai possibilitar que a pessoa se consulte com o médico e que a avaliação, normalmente feita dentro do consultório, também seja realizada por meio da digitalização, com os avatares do médico e do paciente. Essa cópia digital da pessoa será produzida por meio de dados, como sua temperatura, frequência cardíaca e outros indicadores, que serão coletados das mais variadas formas, seja por meio de dispositivos vestíveis, prontuários eletrônicos ou outros dados médicos”, declara.</p>



<p>Toda essa tecnologia possibilita a coleta de mais dados, o que facilitará ainda mais a personalização dos cuidados com a saúde. “O acesso a um grande banco de informações, como sinais vitais importantes ou alterações que podem ocorrer no dia a dia, irá contribuir para uma melhor tomada de decisão por parte dos profissionais de medicina”, relata.</p>



<p>Além disso, o metaverso tem a capacidade de mudar a forma de ensino, trazendo novas oportunidades para estudantes de medicina, por exemplo. Isso porque uma das possibilidades do metaverso na saúde é permitir que procedimentos, como cirurgias, sejam acompanhadas mais de perto.</p>



<p><strong>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</strong></p>



<p>O consultor acredita que nos últimos anos a utilização de Inteligência Artificial se popularizou na área da saúde. No entanto, é preciso ter cautela com esse tipo de inovação. “Podemos notar a evolução do uso de IA na saúde durante a pandemia, e com isso podemos imaginar o que está por vir nos próximos anos. Vale a pena ressaltar que é preciso buscar parâmetros éticos para sua aplicação e não exagerar no uso de tecnologia sem humanidade”, pontua.</p>



<p>Embora algumas clínicas e hospitais ainda realizem operações de forma rudimentar, o uso da inovação pode ser visto com uma frequência cada vez maior. “São inúmeras as clínicas que ainda possuem prontuários de papel, por exemplo, mas uma mudança em relação a isso é cada vez mais iminente. Ter o prontuário de um paciente armazenado eletronicamente facilita e agiliza o acesso às informações do mesmo, fazendo com que o médico e a clínica consigam acessar os dados de onde estiverem. Além disso, as informações são armazenadas e atualizadas em tempo real, sem letras ilegíveis e oferecendo uma segurança ainda maior aos pacientes”, revela.</p>



<p>Ainda assim, algumas gerações de médicos e pacientes demonstram resistência ao uso de tecnologia na área da saúde. “Principalmente aquelas gerações que não nasceram na era digital ou posteriormente. Ainda temos uma barreira de confiança e segurança a ser quebrada, mas esse momento está cada vez mais próximo”, finaliza o CEO da SIS Consultoria.</p>



<p>Fonte: <strong>Dr. Éber Feltrim</strong> / <strong>SIS Consultoria de Negócios</strong></p>
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		<title>Farmácias só têm a ganhar com o uso da tecnologia para monitorar concorrência  </title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/09/23/farmacias-so-tem-a-ganhar-com-o-uso-da-tecnologia-para-monitorar-concorrencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 03:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácias]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik ARTIGO ASSINADO &#8211; POR RICARDO RAMOS, CEO DA PRECIFICA O segmento de farmácias e drogarias tem algumas características que o colocam entre os negócios que mais precisam da tecnologia para monitorar a concorrência e tornar viável a política eficaz de precificação. Entre elas está a capilaridade, o alto grau de concorrentes, a quantidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p><strong>ARTIGO ASSINADO &#8211;</strong> <strong><strong>POR RICARDO RAMOS, CEO DA PRECIFICA</strong></strong></p>



<p>O segmento de farmácias e drogarias tem algumas características que o colocam entre os negócios que mais precisam da tecnologia para monitorar a concorrência e tornar viável a política eficaz de precificação. Entre elas está a capilaridade, o alto grau de concorrentes, a quantidade de itens comercializados e a variedade de preços de um mesmo produto.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, também é necessário estar a par das estratégias adotadas para atrair os consumidores. E, em um mundo cada vez mais digital, todas as grandes redes de farmácia têm suas vendas on-line, então não basta olhar apenas para as lojas físicas, é preciso dar muita atenção para os canais virtuais de vendas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Por isso, separei cinco pontos a serem considerados pelas redes farmacêuticas nessa complexa tarefa de acompanhar a movimentação dos concorrentes.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>LEVE MAIS, PAGUE MENOS</strong>&nbsp;</p>



<p>O primeiro deles é sobre como construir boas ofertas de LMPM (leve mais, pague menos). Aqui é importante monitorar o preço unitário dos produtos nos estabelecimentos concorrentes, como um desodorante que integra alguma oferta. Junte três ou quatro unidades do produto e crie uma promoção. O monitoramento se dará com a informação dos preços unitários e do combo.&nbsp;</p>



<p>Com esses dados em mãos, fica mais fácil construir seus próprios pacotes promocionais. Se o “vizinho” criou uma oferta de “leve quatro e pague três”, como você consegue tornar seu preço unitário competitivo? De repente, ao construir uma oferta “leve seis e pague cinco”, por exemplo. Ou seja, cria-se uma embalagem que traz um preço unitário mais acessível para o consumidor e aumenta o tíquete médio. Nesse caso, a questão é monitorar como a concorrência está construindo as embalagens, as promoções e o “leve mais e pague menos”.&nbsp;</p>



<p><strong>PREÇOS CONFORME O RAIO DE PROXIMIDADE</strong>&nbsp;</p>



<p>O segundo ponto é sobre o preço regional. Afinal, farmácias estão em todos os lugares. Trata-se de uma briga territorial. Por isso, é importante olhar a concorrência no raio de proximidade do consumidor. Por exemplo: um cliente que está em Moema, em São Paulo, não costuma sair de casa para comprar na drogaria do Brooklin. Em Moema há várias lojas, então, esse é o raio de concorrência física.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quando falamos do on-line esse conceito também se aplica, porque ao abrir o app, o consumidor indica em qual bairro está. Os preços, então, passam a ser personalizados no aplicativo, levando em conta a região onde o cliente se localiza. Promoções com base na geolocalização são extremamente importantes.&nbsp;</p>



<p><strong>SUPERAPPS</strong>&nbsp;</p>



<p>O movimento dos superaplicativos é o terceiro ponto, pois envolve um conceito que tem crescido bastante: a conveniência para o consumidor. Aqui é importante entender que o gestor não deve se limitar a monitorar a concorrência tradicional. Hoje existem concorrentes que são empresas de tecnologia. Na realidade, esses aplicativos – ou superapps – são novos no segmento, ou seja, novos concorrentes. Sendo assim, cabe também monitorar as ofertas que oferecem. A partir daí, é possível construir um preço para que seja um dos valores apresentados aos consumidores pelos superapps. Se for bem-sucedido, o preço de referência da região pode ser justamente o da sua farmácia.&nbsp;</p>



<p><strong>CUSTO DO FRETE E AGILIDADE NA ENTREGA</strong>&nbsp;</p>



<p>Em linhas gerais, o custo do frete e o prazo de entrega são essenciais. Hoje em dia, quem não consegue viabilizar uma entrega rápida acaba ficando para trás na preferência de compra do consumidor. Mas aqui ainda existe uma relação da “sensibilidade” na entrega com o tipo de produto.&nbsp;</p>



<p>Vamos usar como exemplo um medicamento para amenizar cólicas em recém-nascidos. Muitas vezes, o cliente aceita pagar mais caro se tiver a opção de receber antes. Explico: ele pesquisa em três farmácias. Duas oferecem preços mais baixos, mas só entregam no dia seguinte. Uma tem preço alto, mas entrega em poucas horas. Então, a tendência é o consumidor pagar mais caro porque não quer ver a criança com dor. Pode ser 30%, 40% a mais. A compra será feita para receber o quanto antes porque é uma urgência.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Como vemos, vale monitorar o frete da concorrência e entender a urgência para certas categorias de produtos. A tecnologia traz escala para isso, dá informação para que você tome a decisão correta.&nbsp;</p>



<p><strong>PROGRAMA DE BENEFÍCIO EM MEDICAMENTOS</strong>&nbsp;</p>



<p>Por fim, o quinto item se relaciona com o fato de que o setor é bem complexo e oferece diferentes opções de preços para um mesmo produto. O leve mais, pague menos já foi citado, mas há outras promoções, como o PBM (Programa de Benefício em Medicamentos), viabilizado diretamente pelos laboratórios, ou seja, pelos fabricantes de remédios. A maioria das redes farmacêuticas é intermediária do PBM de um ou mais fabricantes, com descontos que chegam a 40% para pacientes cadastrados.&nbsp;</p>



<p>Assim, certos produtos têm muitas opções de preços. Tem o valor da loja, que pode ser diferente em cada região onde há filiais. Existe aquele produto no e-commerce e no superapp com preço diferente: se o mesmo medicamento for vendido por meio do benefício do programa de laboratório, há desconto. Então, é importante monitorar não só o produto, mas os diferentes valores para criar ofertas inteligentes, que concorram também com essas diferentes condições.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O monitoramento como um todo é muito dinâmico, exige operação intensa porque, via de regra, o número de SKUs de uma farmácia passa de 10 mil itens. Então, como fazer isso em todo o mix? Só com tecnologia de monitoramento e precificação!&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Síndrome de Frankenstein: Você tem medo das intervenções tecnológicas?</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/09/07/sindrome-de-frankenstein-voce-tem-medo-das-intervencoes-tecnologicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 17:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Frankeinstein]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik Com a evolução da ciência, trazendo possibilidades antes inimagináveis, muitas pessoas têm receio de que evoluções que podem alterar a ordem natural das coisas possam trazer consequências desastrosas. O clássico de terror “Frankenstein” é conhecido pela famosa história do médico que criou um novo ser de forma artificial com partes de corpos humanos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Com a evolução da ciência, trazendo possibilidades antes inimagináveis, muitas pessoas têm receio de que evoluções que podem alterar a ordem natural das coisas possam trazer consequências desastrosas.</strong></p>



<p>O clássico de terror “Frankenstein” é conhecido pela famosa história do médico que criou um novo ser de forma artificial com partes de corpos humanos, que após ganhar consciência acaba se transformando em uma aberração.</p>



<p>Essa história ilustra perfeitamente o medo de muitas pessoas em relação às consequências da exploração de áreas sensíveis, alterando funções antes tidas como estritamente naturais, transformando-as em artificiais pela ciência possa causar consequências catastróficas para a humanidade.</p>



<p>Não raro, evoluções da ciência são barradas por preceitos éticos e morais, como a clonagem humana, ou manipulação genética.</p>



<p>Esse é o tema abordado pelo Pós PhD em neurociências e membro da Society for Neuroscience, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, em seu artigo “A síndrome de Frankenstein”, publicado pela Revista Multidisciplinar de Ciência Latina.</p>



<p>“A história de Frankenstein incorpora o medo de que os humanos sejam de alguma forma controladas por suas invenções? [&#8230;] A nova tecnologia faz isso parecer uma ameaça real.A síndrome pode colocar o sujeito em uma realidade abstrata, de modo que imagine coisas que possam vir a acontecer, o que pode desencadear uma ansiedade que acarretar em outros problemas”.</p>



<p>Medo da mudança e a velocidade de evolução da tecnologia</p>



<p>Mudar dá medo! A perspectiva de alterar tudo que vinha sendo feito anteriormente gera ansiedade e apreensão em muitas pessoas.</p>



<p>Apesar de nenhum novo procedimento ser isento de riscos, todas as novas evoluções têm cunho terapêutico e podem representar avanços importantes no tratamento de diversas doenças, mas esse ponto de vista raramente é analisado por quem tem a síndrome de Frankenstein, dando ênfase apenas no lado negativo.</p>



<p>“Uma &#8220;novidade&#8221; pode levar à rejeição, principalmente quando atinge diretamente os seres humanos, a existência de uma tecnologia capaz de alterar a evolução natural dos seres vivos repugna a muitos por suas crenças ideológicas [&#8230;] Os&nbsp; avanços&nbsp; tecnológicos são parte integral de nossas vidas hoje, é claro, também devemos&nbsp;&nbsp; reconhecer&nbsp;&nbsp; que&nbsp;&nbsp; esses&nbsp;&nbsp; avanços&nbsp;&nbsp; nem&nbsp;&nbsp; sempre&nbsp;&nbsp; são&nbsp;&nbsp; perfeitos [&#8230;] No entanto, desse medo à síndrome de Frankenstein, ainda há um longo caminho a percorrer”.</p>



<p>Familiaridade e medo</p>



<p>O desconhecido causa medo. Em especial em relação às evoluções da ciência e tecnologia essa máxima sempre foi verdadeira, a Revolução Industrial, surgimento da Internet, dos aviões, das vacinas, etc., em diversos momentos a sociedade rejeitou novas perspectivas tecnológicas, que com o tempo fixaram-se como essenciais para a vida contemporânea.</p>



<p>Isso diz respeito à familiaridade com as tecnologias, um processo lento, mas essencial para que novas ideias sejam melhor assimiladas, no entanto, a capacidade de desenvolvimento tecnológico ocorre muito rapidamente, o que não acompanha nossa capacidade de se familiarizar, mal nos acostumamos com uma nova descoberto e surgem várias depois.</p>



<p>“Talvez a seja realidade que são duas curvas a considerar. O primeiro é o rápido – quase exponencial – crescimento em tecnologia e soluções para a saúde. [&#8230;] segunda curva pode até ser mais complicado do que a própria tecnologia –para a mente humana. A capacidade de nosso pensamento emocional mudar e&nbsp; adotar&nbsp; é&nbsp; real,&nbsp; mas&nbsp; muitas&nbsp; vezes de&nbsp; forma lenta”.</p>



<p>Lembre-se que a história do Frankenstein é fictícia e o mito envolto nas evoluções tecnológicas é pura e simplesmente isso, mitos, obviamente devem ser feitas uma série de perguntas e tomar uma série de cuidados para evitar que novas tecnologias prejudiquem a humanidade, no entanto, freiar o desenvolvimento da sociedade baseado única e exclusivamente em medos pessoais da mudança não é a solução.</p>



<p>Todas as grandes revoluções apresentaram grandes rejeições, no entanto, se tornaram itens essenciais para nossa vida, por que a história não se repetiria com novas inovações?</p>



<p><strong>Fonte: Prof. Dr. Fabiano de Abreu</strong></p>
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		<title>Perda de dados digitais acende alerta no varejo farmacêutico</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/07/31/perda-de-dados-digitais-acende-alerta-no-varejo-farmaceutico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 17:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perda de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo Farmacêutico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Depositphotos O rápido desenvolvimento do e-commerce no varejo farmacêutico e os novos hábitos digitais dos consumidores trouxeram um risco na carona. A perda de dados acende o sinal de alerta no setor e está no topo das preocupações dos gestores quando o assunto é a segurança cibernética. Segundo a última enquete do Panorama Farmacêutico, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Depositphotos</strong></p>



<p>O rápido desenvolvimento do e-commerce no varejo farmacêutico e os novos hábitos digitais dos consumidores trouxeram um risco na carona. A perda de dados acende o sinal de alerta no setor e está no topo das preocupações dos gestores quando o assunto é a segurança cibernética.</p>



<p>Segundo a última enquete do Panorama Farmacêutico, 62% dos 3.134 profissionais que emitiram sua opinião indicaram a insegurança dos dados como principal foco de atenção das farmácias em relação a crimes digitais. O percentual é bem distante dos 23% que apontaram a queda na reputação como maior risco. A redução na receita recebeu 11% das menções e 4% citaram a perda de produtividade.</p>



<p><strong>PERDA DE DADOS CRESCE ESPECIALMENTE NO VAREJO</strong></p>



<p>Um relatório da empresa de segurança cibernética SonicWall reforça o olhar sobre a proteção dos dados. O número de casos de criptosequestros no varejo global aumentou 63% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>O caso mais recente envolveu uma marca brasileira. No dia 23 de junho, a Fast Shop sofreu um ataque cibernético que afetou todos os dispositivos móveis e a ferramenta online de compras. A empresa desativou a loja virtual e, em um primeiro momento, respondeu a alguns usuários que se tratava de uma manutenção. Só depois a empresa confirmou que suas redes digitais foram invadidas por hackers.</p>



<p>“O varejo sempre será atraente para ataques cibernéticos devido à complexidade dos seus ambientes e distribuição em vários pontos de vendas conectados”, avalia Sylvio Sobreira, CEO da consultoria SVX Corporate.</p>



<p>Para o especialista, setores como o de farmácias vêm direcionando crescentes investimentos para a aquisição de sistemas robustos de ERP e de CRM, mas esquecem de projetar os impactos da segurança dos dados para a própria sobrevivência do negócio.</p>



<p>“E se tudo que foi investido na empresa não puder ser utilizado por conta de uma interrupção? Por isso é essencial dispor de um Plano de Continuidade de Negócios, sempre pensando em um cenário de interrupção das operações por conta de crimes cibernéticos”, observa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="711" height="600" src="https://g2medicinadiagnostica.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Enquete-28.07.2022.png" alt="" class="wp-image-1087" srcset="https://g2medicinadiagnostica.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Enquete-28.07.2022.png 711w, https://g2medicinadiagnostica.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Enquete-28.07.2022-480x405.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 711px, 100vw" /></figure>



<p><strong>NOVA ENQUETE</strong></p>



<p>A enquete que está no ar propõe uma avaliação sobre os modelos de entrega que mais ganharam relevância nas farmácias a partir do advento do e-commerce. As vendas online no segmento permanecem em alta, na contramão dos resultados do varejo em geral.</p>



<p>Fonte: Portal Panorama Farmacêutico</p>
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