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	<title>G2 Medicina Diagnóstica</title>
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	<description>A G2 Medicina Diagnóstica é um laboratório localizado no Jabaquara que realiza coleta domiciliar na Zona Sul de São Paulo para exames e análises clínicas.</description>
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	<title>G2 Medicina Diagnóstica</title>
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		<title>Médico aborda a relação entre os distúrbios da tireoide e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 01:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrinologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tireodide]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrinologai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação Médico endocrinologista do Grupo Sabin ratifica a importância dos exames para controle do sistema hormonal de pacientes que convivem com a doença. Quando a tireoide, glândula localizada no pescoço regula o metabolismo, não funciona adequadamente, outros problemas de saúde, como o diabetes, podem aparecer. &#8220;Um distúrbio metabólico pode alterar os níveis de açúcar [&#8230;]</p>
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<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Médico endocrinologista do Grupo Sabin ratifica a importância dos exames para controle do sistema hormonal de pacientes que convivem com a doença</strong>.</p>



<p>Quando a tireoide, glândula localizada no pescoço regula o metabolismo, não funciona adequadamente, outros problemas de saúde, como o diabetes, podem aparecer. &#8220;Um distúrbio metabólico pode alterar os níveis de açúcar no sangue e aumentar a exposição dos pacientes aos riscos de desenvolver diabetes, além de dificultar o gerenciamento dos níveis de glicose na corrente sanguínea”, explica o endocrinologista do Grupo Sabin, em Franca, Wilson Cunha Jr.</p>



<p>Segundo o especialista, o exame de TSH ajuda a entender se a tireóide está funcionando normalmente. &#8220;O TSH é um hormônio produzido pela hipófise, localizada no sistema nervoso central, que estimula a glândula a produzir os hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), responsáveis pela regulação do metabolismo no organismo. Por meio do exame, detectamos disfunções e avaliamos as necessidades de terapias medicamentosas, por exemplo”.</p>



<p>O médico detalha que a tireoide atua diretamente no funcionamento do coração, cérebro, fígado e rins e interfere no crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Ainda segundo o especialista, a glândula atua também na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade e no equilíbrio emocional.</p>



<p>&#8220;Os distúrbios na tireoide influenciam no bem estar e têm impactos diretos na qualidade de vida dos pacientes. Por isso, é preciso observar atentamente a produção dos hormônios. Se for insuficiente, gera hipotireoidismo, que é quando o organismo funciona de forma mais lenta e faz com que coração e o metabolismo fiquem mais lentos provocando sonolência, cansaço, perda de memória, constipação intestinal, pele ressecada, e até quadros de depressão&#8221;, explica.</p>



<p>Ainda de acordo com o endocrinologista, quando há produção excessiva de hormônios, o paciente desenvolve a condição chamada hipertireoidismo, deixando organismo mais acelerado e provocando um aumento do número de batimentos cardíacos. “Além de taquicardia, é comum sintomas de mau humor, insônia, tremores, perda de peso, irritabilidade, pele úmida, aumento de calor ou suor excessivo&#8221;, detalha.</p>



<p><strong>EXAMES SÃO ALIADOS DO DIAGNÓSTICO PRECOCE E DO TRATAMENTO CORRETO</strong></p>



<p>Localizada na base frontal do pescoço, a tireóide é a glândula responsável pela produção e secreção de hormônios do organismo e exames clínicos ajudam a detectar possíveis problemas mais precocemente e dar início ao tratamento ideal.</p>



<p>“Apenas uma amostra de sangue permite verificar os níveis dos hormônios T3, T4 livre, TSH e também analisar a presença de anticorpos. Além disso, exames de imagem, como ultrassom da tireoide, ou cintilografia da tireoide, podem indicar se há presença de nódulos na glândula”, explica o endocrinologista.</p>



<p>Segundo o especialista, o tratamento para os distúrbios da tireoide depende de diversos fatores individuais dos pacientes. “O mais importante é que o tratamento seja iniciado assim que o problema for diagnosticado, para tratamentos menos agressivos e com resultados mais satisfatórias. De acordo com os sintomas e os resultados apresentados, pode ser recomendado uso de medicamentos para regular a função da glândula e em alguns casos de incidência de câncer, também pode ser indicada cirurgia de remoção”, conclui.</p>



<p><strong>Fonte: Grupo Sabin</strong></p>
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		<title>Tecnologia se torna imprescindível na área da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 01:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artficial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das Cloisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik De acordo com Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria, a digitalização de processos está cada vez mais presente em clínicas e hospitais. A tecnologia na área da saúde ganha cada vez mais espaço dentro de hospitais e clínicas médicas, proporcionando uma melhor experiência para médicos, colaboradores e, principalmente, aos pacientes. Assim como em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>De acordo com Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria, a digitalização de processos está cada vez mais presente em clínicas e hospitais</strong>.</p>



<p>A tecnologia na área da saúde ganha cada vez mais espaço dentro de hospitais e clínicas médicas, proporcionando uma melhor experiência para médicos, colaboradores e, principalmente, aos pacientes.</p>



<p>Assim como em qualquer setor do mercado, as empresas que investem constantemente em opções mais tecnológicas relacionadas ao cuidado com a saúde podem conseguir uma série de vantagens em relação a seus concorrentes.</p>



<p>De acordo com Éber Feltrim, especialista e consultor de negócios na área da saúde e CEO da <a href="https://www.sisconsultoria.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SIS Consultoria</a>, os impactos da tecnologia 5G na área da saúde englobam tanto os segmentos administrativos e operacionais quanto o serviço prestado aos pacientes. “A tecnologia aperfeiçoa o trabalho com a utilização de dados para otimizar os processos de ponta a ponta. Isso vai desde a organização da rotina corporativa até a condução de procedimentos, como a realização de exames em menor tempo, a emissão de telelaudos e o monitoramento remoto de pacientes com a telemedicina. Esse cenário traz uma rotina de trabalho mais fluida e menos custosa. Em termos de satisfação dos pacientes, é importante conhecer as vantagens em relação à segurança de diagnósticos mais ágeis e precisos. Cada vez mais, a tecnologia tende a trazer estabilidade, agilidade e precisão para a telemedicina”, relata.</p>



<p><strong>NTERNET DAS COISAS</strong></p>



<p>A Internet das Coisas é um conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet. Este novo marco de conectividade permite que não só a máquina de lavar ou o robô-aspirador possam ser acionados à distância, mas que o próprio corpo seja investigado com a mesma facilidade. Assim, sair de casa para fazer exames pode virar algo do passado. “A telemedicina facilita este processo, com o efeito das pré-consultas e até monitoramento de retorno pela internet. A previsão futura é de que este monitoramento aconteça por <em>smartwatches</em> e outras tecnologias que serão instaladas no corpo, nos veículos e dentro da casa das pessoas”, revela Feltrim.</p>



<p>Para o especialista, o metaverso vai representar um dos grandes avanços na área da medicina. “Hoje em dia podemos nos consultar via telemedicina por meio de um celular, <em>tablet</em> ou computador. No futuro, o metaverso vai possibilitar que a pessoa se consulte com o médico e que a avaliação, normalmente feita dentro do consultório, também seja realizada por meio da digitalização, com os avatares do médico e do paciente. Essa cópia digital da pessoa será produzida por meio de dados, como sua temperatura, frequência cardíaca e outros indicadores, que serão coletados das mais variadas formas, seja por meio de dispositivos vestíveis, prontuários eletrônicos ou outros dados médicos”, declara.</p>



<p>Toda essa tecnologia possibilita a coleta de mais dados, o que facilitará ainda mais a personalização dos cuidados com a saúde. “O acesso a um grande banco de informações, como sinais vitais importantes ou alterações que podem ocorrer no dia a dia, irá contribuir para uma melhor tomada de decisão por parte dos profissionais de medicina”, relata.</p>



<p>Além disso, o metaverso tem a capacidade de mudar a forma de ensino, trazendo novas oportunidades para estudantes de medicina, por exemplo. Isso porque uma das possibilidades do metaverso na saúde é permitir que procedimentos, como cirurgias, sejam acompanhadas mais de perto.</p>



<p><strong>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</strong></p>



<p>O consultor acredita que nos últimos anos a utilização de Inteligência Artificial se popularizou na área da saúde. No entanto, é preciso ter cautela com esse tipo de inovação. “Podemos notar a evolução do uso de IA na saúde durante a pandemia, e com isso podemos imaginar o que está por vir nos próximos anos. Vale a pena ressaltar que é preciso buscar parâmetros éticos para sua aplicação e não exagerar no uso de tecnologia sem humanidade”, pontua.</p>



<p>Embora algumas clínicas e hospitais ainda realizem operações de forma rudimentar, o uso da inovação pode ser visto com uma frequência cada vez maior. “São inúmeras as clínicas que ainda possuem prontuários de papel, por exemplo, mas uma mudança em relação a isso é cada vez mais iminente. Ter o prontuário de um paciente armazenado eletronicamente facilita e agiliza o acesso às informações do mesmo, fazendo com que o médico e a clínica consigam acessar os dados de onde estiverem. Além disso, as informações são armazenadas e atualizadas em tempo real, sem letras ilegíveis e oferecendo uma segurança ainda maior aos pacientes”, revela.</p>



<p>Ainda assim, algumas gerações de médicos e pacientes demonstram resistência ao uso de tecnologia na área da saúde. “Principalmente aquelas gerações que não nasceram na era digital ou posteriormente. Ainda temos uma barreira de confiança e segurança a ser quebrada, mas esse momento está cada vez mais próximo”, finaliza o CEO da SIS Consultoria.</p>



<p>Fonte: <strong>Dr. Éber Feltrim</strong> / <strong>SIS Consultoria de Negócios</strong></p>
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		<title>Diabetes já atinge mais de 15 milhões de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 01:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção do Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: StockFree Médico credenciado Omint e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes fala sobre dificuldade de diagnóstico e prevenção da doença. O Brasil é o 6º país com mais casos de diabetes no mundo, segundo dados do último Atlas do Diabetes, publicado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). No país, 15,7 milhões de pessoas sofrem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: StockFree</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Médico credenciado Omint e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes fala sobre dificuldade de diagnóstico e prevenção da doença</strong>.</p>



<p>O Brasil é o 6º país com mais casos de diabetes no mundo, segundo dados do último Atlas do Diabetes, publicado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). No país, 15,7 milhões de pessoas sofrem com a doença e muitas delas não sabem disso.</p>



<p>O endocrinologista credenciado Omint e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Luiz Turatti, explica que muitas pessoas convivem com o diabetes sem saber, pois essa é uma doença difícil de diagnosticar, já que os sintomas mais comuns normalmente não aparecem ou não são percebidos.</p>



<p>“Há uma certa dificuldade de se diagnosticar o diabetes, porque a glicose precisa estar em níveis muito elevados para que o paciente tenha algum sintoma, então, geralmente só quando a glicose está acima de 200 é que o paciente liga o sinal de alerta. É neste momento que surgem sintomas como aumento da vontade de urinar, muita sede, desidratação, muita fome, perda de peso e visão embaçada” diz Turatti.</p>



<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. O Tipo 1 faz com que o sistema imunológico ataque equivocadamente as células beta e, como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Já o Tipo 2, que atinge 90% das pessoas com diabetes, aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.</p>



<p>Um simples exame de sangue pode revelar se a pessoa tem ou não diabetes. Com uma gotinha de sangue e três minutos de espera, já é possível saber se há alguma alteração na taxa de glicemia e, caso a alteração seja considerável, será necessária a realização de outros exames, mais aprofundados.</p>



<p><strong>AUMENTO DE CASOS</strong></p>



<p>Outro dado alarmante publicado no Atlas do Diabetes é o crescente número de casos de diabetes. Em todo o mundo já são 537 milhões de pessoas com a doença e, de 2019 a 2021, o aumento foi de 16%.</p>



<p>Mesmo com os números altos, o médico indica que o saldo é positivo. “Felizmente, o aumento do número de diagnósticos acontece porque hoje em dia as pessoas têm realizado mais exames, além de campanhas para conscientização sobre a detecção da doença nas fases mais precoces”, explica Turatti.</p>



<p><strong>CRIANÇAS</strong></p>



<p>O Diabetes é mais comum entre os adultos, mas também pode atingir crianças e adolescentes. Eles são menos de 10% dos doentes, no entanto os números de casos também deixam os médicos em alerta. O Atlas do Diabetes mostra um aumento de quase 80% nos diagnósticos de pessoas até 15 anos, entre 2019 e 2021.</p>



<p>“O diabetes Tipo 1 é o mais comum entre as crianças e adolescentes, mas os mecanismos e razões ainda não são muito conhecidos. O que podemos afirmar é que é uma doença genética e autoimune. Existem casos de diabetes do Tipo 2 nessa faixa etária, mas isso é mais raro e normalmente os pacientes são obesos e tem histórico familiar de diabetes”, esclarece Dr. Turatti.</p>



<p><strong>PREVENÇÃO</strong></p>



<p>O diabetes Tipo 1 é genético, ou seja, dificilmente pode ser prevenido. Porém, o diabetes Tipo 2 é uma doença adquirida, causada normalmente pelos hábitos de vida dos indivíduos, o que faz com que seja totalmente evitado.</p>



<p>“Praticar atividade física, ter uma dieta equilibrada e, principalmente, manter-se dentro de uma faixa de peso saudável, são dicas essenciais para combater o diabetes em qualquer idade”, finaliza o Dr. Luiz.</p>



<p><strong>Fonte: Omint</strong></p>
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		<item>
		<title>Por que devemos falar sobre câncer?</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/12/04/por-que-devemos-falar-sobre-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 00:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção do Câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: StockFree A informação é uma arma poderosa nessa luta. Não é preciso sentir medo. Na sociedade brasileira, diversos tópicos são considerados tabus para serem discutidos entre amigos e família. Um desses assuntos polêmicos certamente é o câncer. A doença é conhecida por inúmeros brasileiros que, provavelmente, já acompanharam um caso na família ou com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: StockFree</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>A informação é uma arma poderosa nessa luta. Não é preciso sentir medo.</strong></p>



<p>Na sociedade brasileira, diversos tópicos são considerados tabus para serem discutidos entre amigos e família. Um desses assuntos polêmicos certamente é o câncer. A doença é conhecida por inúmeros brasileiros que, provavelmente, já acompanharam um caso na família ou com um amigo.&nbsp;</p>



<p>Como o assunto não é debatido como se deve, muitas vezes é eclipsado pela falta de informação e conscientização. É justamente por isso que a Clínica Andrade e Sadalla, especializada em mastologia e oncologia ginecológica, estimula a discussão sobre o câncer e explica aos pacientes e acompanhantes o quão importante é elucidar todas as dúvidas.&nbsp;</p>



<p>“É vital que as pessoas compartilhem suas experiências e troquem informações. Às vezes, um leve rubor ardente na mama pode indicar algo errado e muito sério como um câncer em estágio inicial. Por isso, até mesmo antes do menores sinais, é importante monitorar a saúde com exames de rotina, afinal um diagnóstico precoce eleva muito o prognóstico de cura”, destaca Prof. Dr. José Carlos Sadalla, chefe do grupo da pelve no hospital Beneficência Portuguesa.</p>



<p><strong>A PREVENÇÃO É PRIORITÁRIA</strong></p>



<p>O tema do câncer deve ser explicado desde como ele é formado até como funcionam os métodos que temos hoje para tratá-lo e até mesmo preveni-lo. Conhecimento é a mais poderosa arma para combater o medo que cerca o assunto. Por mais que assuste, é preciso mudar a visão sobre o câncer.&nbsp;</p>



<p>Um diagnóstico da doença não é sinônimo do fim, de desespero. O percurso pode ser difícil, mas a vitória também sempre está à vista. Há anos que o câncer perdeu o status de doença incurável sendo que hoje, em termos estatísticos, é a doença crônica mais curável atualmente, de acordo com a OPAS.</p>



<p>A prevenção é prioritária e existem diversos hábitos que podem ajudar muito a reduzir a incidência do câncer. Dentre eles, estão a prática de exercícios físicos, manter uma dieta balanceada com alimentação saudável rica em nutrientes e manter um cronograma realista de exames de rotina. Na menor suspeita, é válido procurar um médico para sanar dúvidas e, caso necessário, fazer um exame mais específico como uma biópsia.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A informação é uma arma poderosa nessa luta. Não é preciso sentir medo. Para se ter ideia do quanto o câncer é estudado em todo o mundo, antes da pandemia, os estudos relacionados ao de mama estavam em primeiro lugar. É importante conversar sobre o assunto em família porque, no caso do de ovário, por exemplo, a hereditariedade é a principal pista que o ginecologista terá na ficha da sua paciente para diagnosticá-la no início, se ela vier a ter&#8221;, diz o professor.</p>



<p>E finaliza: &#8220;É importante manter as consultas e os exames de rotina em dia e falar sobre o câncer para estar atenta aos sintomas e sinais. Segundo o INCA, em 2023, por causa da pandemia que vivemos, o Brasil deverá registrar mais de 73 mil casos de câncer de mama. Tudo para que a saúde de todas esteja em primeiro lugar!&#8221;</p>



<p>Fonte: Clínica Andrade &amp; Sadalla &#8211; Site: <a href="http://www.clinicaandradesadalla.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.clinicaandradesadalla.com.br</a> Instagram @clinicaandradesadalla</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você anda de mau humor ultimamente? Isso pode estar relacionado ao seu sono</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/11/23/voce-anda-de-mau-humor-ultimamente-isso-pode-estar-relacionado-ao-seu-sono/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 19:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distúrbios do Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação Dormir pouco prejudica a produção de neurotransmissores encarregados pela nossa felicidade e bem-estar. Quem não conhece alguém que acorda de mau humor? Ou aquela pessoa que vira e mexe não está bem humorada por nenhum motivo específico? Muitas vezes isso pode estar relacionado diretamente com a qualidade do sono daquela pessoa, que se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Dormir pouco prejudica a produção de neurotransmissores encarregados pela nossa felicidade e bem-estar.</strong></p>



<p>Quem não conhece alguém que acorda de mau humor? Ou aquela pessoa que vira e mexe não está bem humorada por nenhum motivo específico? Muitas vezes isso pode estar relacionado diretamente com a qualidade do sono daquela pessoa, que se ruim, pode causar irritabilidade ou falta de atenção.</p>



<p>Dormir menos de 7 horas por noite prejudica a produção de serotonina, neurotransmissor que gera a sensação de prazer e bem estar no cérebro. Além de controlar o humor, essa substância também afeta a disposição que se tem para tarefas do dia e a maneira como reagimos a situações inesperadas. Para manter a saúde física e mental, é preciso ter uma rotina regular de atividade física (pelo menos 150 minutos por semana), boa alimentação e&nbsp; sono de qualidade.</p>



<p><strong>REGULAÇÃO EMOCIONAL</strong></p>



<p>O Dr. Ricardo Vescovi, médico da Rede CarpeVita, ressalta que o sono é responsável pela regulação emocional: “Isso acontece com degradação da melatonina, um neurotransmissor que dá a sensação de cansaço e sinaliza para o cérebro que já está na hora de descansar. Quando dormimos, degradamos a melatonina, para que ela seja convertida em serotonina, que é o neurotransmissor responsável pela felicidade e bem-estar.”</p>



<p>Além de muita paciência, para manejar o mau humor ao acordar é necessário fazer um esforço para não pular o café da manhã, é sempre bom dar preferência a um leve e saudável com uma boa quantidade de proteína, que pode melhorar imediatamente o humor.</p>



<p>Outra medida que ajuda a melhorar o humor, é a prática regular de atividade física. Após cerca de 15 a 20 minutos de exercício aeróbico, aqueles que mantêm os batimentos cardíacos entre 120 a 140 por minuto, o corpo aumenta a produção de serotonina e outras endorfinas responsáveis pelo controle mental. A atividade física fortalece o corpo, mente e também gera uma sensação de relaxamento que será favorável para uma boa noite de sono.</p>



<p><strong>DICAS ESSENCIAIS</strong></p>



<p>Para escapar do mau humor desencadeado por uma noite ruim de sono, é necessário dormir bem. Para isso, algumas dicas de ouro que podem ajudar a dormir melhor são:</p>



<p><strong>1-</strong> Não tomar qualquer bebida que contenha cafeína, que além de estar presente no café, também pode ser encontrada em alguns chás, como o chá mate e o chá de boldo.</p>



<p><strong>2-</strong> Evitar telas de luz azul, como celulares, TV e computador, pelo menos duas horas antes de dormir. Isso porque os efeitos da luz azul violeta interrompem a produção de melatonina.</p>



<p><strong>3-</strong> Não esqueça de fazer a higiene do sono, evitando dormir longos períodos durante o dia.</p>



<p><strong>4-</strong> Deixar de ingerir alimentos de difícil digestão próximo ao horário de dormir. Alimentos mais leves, em pouca quantidade e volume evitam desconfortos relacionados ao refluxo gástrico na hora de dormir.</p>



<p><strong>5-</strong> Alguns fitoterápicos como a passiflora e o extrato de maracujá&nbsp; também podem ajudar no sono de qualidade.</p>



<p><strong>6-</strong> Aromaterapia como lavanda, bambu, e outros florais também ajudam a relaxar quando utilizados na hora de dormir.</p>



<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p><strong>Rede CarpeVita</strong></p>



<p>Site: <a href="https://www.carpevita.med.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.carpevita.med.br/</a></p>



<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ricardo.vescovi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.instagram.com/ricardo.vescovi/</a></p>



<p>#DisturbiosDoSono #SonoTranquilo #DicasSono #Sono #MauHumor #DrRicardoVescovi #RedeCarpeVita</p>
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		<item>
		<title>Doença falciforme carrega preconceito racial e desconhecimento, inclusive dos profissionais da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doença Falciforme]]></category>
		<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Teste do Pezinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde estima em 3,5 mil nascimentos por ano no Brasil, estatística possível graças ao chamado ‘teste do pezinho’. Foto: Freepik Uma doença genética de origem africana ,carrega em sua essência, a marca do preconceito. Mesmo em um país miscigenado como o Brasil, é considerada doença de pretos e, consequentemente, de pobres. Muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><strong>O Ministério da Saúde estima em 3,5 mil nascimentos por ano no Brasil, estatística possível graças ao chamado ‘teste do pezinho’.</strong></p>



<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p>Uma doença genética de origem africana ,carrega em sua essência, a marca do preconceito. Mesmo em um país miscigenado como o Brasil, é considerada doença de pretos e, consequentemente, de pobres. Muito em razão desse preconceito, poucos profissionais de saúde e a população em geral conhecem a Doença Falciforme (DF). Os números também são vagos. O Ministério da Saúde estima em 3,5 mil nascimentos por ano no Brasil, estatística possível graças ao chamado ‘teste do pezinho’.</p>



<p>“Quando falamos de diversidade, equidade e inclusão precisamos discutir também a Doença Falciforme. Vivemos em um país muito marcado pelo racismo estrutural e esse é um sério problema de saúde pública. Embora sua origem seja na África, a doença atinge muitas pessoas brancas. Quem tem melhores condições financeiras consegue um tratamento mais apropriado, nos moldes daqueles que são atendidos nas Universidades, o que não acontece com pessoas pretas e pobres dependentes de hospitais públicos, especialmente em regiões mais periféricas”, afirma Marimilia Pita, médica hematologista-pediátrica e fundadora da ONG Lua Vermelha (<a href="https://aluavermelha.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aluavermelha.org</a>).</p>



<p>Em 27 de outubro é celebrado o Dia Nacional da Luta pelos Direitos das Pessoas com Doença Falciforme. Também foi em outubro, há exatos 10 anos, que nasceu a Lua Vermelha, com o propósito de disseminar informações sobre a doença entre a população, técnicos da área da saúde e em todas as esferas de governos.</p>



<p>O nome Lua Vermelha foi a primeira tentativa da médica em chamar atenção e minimizar o preconceito sobre essa doença sistêmica, ou seja, que afeta todo o organismo. Os portadores da DF possuem alteração em uma das cadeias da hemoglobina, pigmento responsável pela oxigenação dos tecidos. Essa alteração faz com que a hemoglobina perca sua forma natural, semelhante á um grão de feijão e se torne mais alongada. Antigamente o formato era comparado a uma foice, daí o nome.</p>



<p>O alongamento da hemoglobina faz com que ela apresente dificuldade em atravessar vasos sanguíneos mais estreitos e o resultado é a obstrução, o “entupimento” deles. Isso pode ocorrer em qualquer tecido e em qualquer órgão do corpo humano. “O paciente vai sofrendo pequenos infartos nos órgãos ao longo da vida e as crises de dor são imensas. Muitas vezes esse paciente chega nos pronto-socorros com dor intensa, em busca de analgésicos mais potentes do que os orais que já fez uso em casa. No entanto, é comum</p>



<p>encontrar resistência da equipe em oferecer analgesia mais apropriada, como os opiáceos: morfina, metadona etc. Isto se deve ao fato de que, geralmente, os pacientes procuram os mesmos serviços de saúde, mais próximos à sua residência, e devido à alta frequência das crises dolorosas são tidos como drogaditos”, explica.</p>



<p>A Lua Vermelha estará com estande no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular 2022, que acontece entre 26 e 29 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Nesses dias deverão passar por lá cerca de 5 mil profissionais da área médica e da saúde em geral. “É preciso melhorar a informação para a população geral sobre a doença, para que este paciente seja melhor acolhido socialmente em todos os níveis, trazendo maior aceitação e inclusão dos mesmos e consequente melhora da sua qualidade de vida“, comenta Marimilia Pita.</p>



<p>Segundo ela, o único tratamento que leva à cura da doença hoje é o transplante de medula óssea. Além disso, estudos de terapia celular estão sendo realizados em todo o mundo, inclusive no Brasil, sendo esta , a perspectiva futura para os doentes.</p>



<p>FONTE: Dra. Marimilia Pita, médica hematologista-pediátrica e fundadora da ONG Lua Vermelha.</p>
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		<item>
		<title>Neuroestimulador cerebral pode mudar vida de quem sofre com dor persistente</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/11/11/neuroestimulador-cerebral-pode-mudar-vida-de-quem-sofre-com-dor-persistente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Marcelo Valadares]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Cerebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo: Por Marcelo Valadares, neurocirurgião Foto: Freepik Por Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião A trajetória de um paciente com dor crônica antes do diagnóstico pode ser um caminho árduo. Por nem sempre se tratar de algo visível, a pessoa pode ter sua dor minimizada. Além de ser desagradável para o organismo, acaba sendo um fardo emocional. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><strong>Artigo: Por Marcelo Valadares, neurocirurgião</strong></p>



<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p><strong>Por Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião</strong></p>



<p>A trajetória de um paciente com dor crônica antes do diagnóstico pode ser um caminho árduo. Por nem sempre se tratar de algo visível, a pessoa pode ter sua dor minimizada. Além de ser desagradável para o organismo, acaba sendo um fardo emocional. Globalmente, estima-se que 1,5 bilhões de pessoas (uma em cada cinco) sofra de dores crônicas, com prevalência maior em pacientes com idade mais avançada. No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED), ao menos 37% da população, ou seja, cerca de 60 milhões de pessoas, relatam sentir dor de forma crônica.</p>



<p>Estudos mostram que 46% das pessoas experimentam dor constante. 59% delas já conviveram com a dor durante 2 a 15 anos, enquanto 19% das pessoas deixam de exercer atividades que parecem simples para todos, como trabalhar, por consequência da dor [1]. Chamamos de crônica a dor persistente, que incomoda o paciente por meses ou, até mesmo, anos. Mesmo que não seja aparente, em muitos casos pode ser um alerta de extrema importância para a saúde.</p>



<p>Em situações em que a dor já é crônica ela, inclusive, pode indicar outras doenças. Por essa razão, é importante estar atento aos sintomas e aos pontos preocupantes. Se não tratada, pode levar a outros problemas que antes não existiam, como: limitações na mobilidade, redução de atividades (tendência ao sedentarismo) e fadiga, além de prejudicar a ergonomia.</p>



<p>Felizmente, hoje existem inúmeras formas de cuidar da dor crônica. Quando o especialista busca definir o melhor tratamento, procura identificar a origem do problema, definir as características da dor e buscar informações sobre a saúde do paciente, a fim de escolher a melhor abordagem. Cada caso é único: nem todo remédio serve para todo mundo; nem sempre exercícios físicos são recomendados.</p>



<p>O tratamento multidisciplinar começa quando entendemos as particularidades de cada paciente. Como objetivo do tratamento, é possível eliminar a dor em alguns casos. Mesmo que isso não seja realidade para todos, sempre será possível trazer qualidade de vida e, com certeza, uma melhora funcional significativa, ou seja: viver com conforto, realizando as atividades cotidianas sem problemas e sem sofrimento.</p>



<p>Além dos tratamentos medicamentosos e das terapias complementares, hoje também temos opções cirúrgicas promissoras para tratamento da dor. Nos casos em que os fármacos não são mais adequados ou suficientes, tratamentos como os bloqueios de nervos e infiltrações com anestésicos, cirurgias pouco invasivas por vídeo e cirurgias percutâneas, ou seja, sem a necessidade de uso de bisturi, são possíveis.</p>



<p>Com os avanços da ciência, é também possível pensar em tratamentos de estimulação cerebral para a dor. Os procedimentos de neuromodulação (estimulação) cerebral ou medular, quando bem indicados, podem ser um excelente tratamento para a dor crônica em casos muito complexos e que já tentaram diversos tratamentos, com médicos diferentes. É preciso que a dor do paciente tenha algumas características que demonstrem acometimento de nervos ou do sistema nervoso, como as lombalgias (dores na região lombar) após cirurgias de coluna.</p>



<p>Quando falamos sobre cirurgias de forma geral, as pessoas normalmente se assustam: afinal de contas, ninguém quer passar por uma cirurgia. Mas não há motivos para isso. As cirurgias para a dor são mais simples do que parecem. Podem ser usadas principalmente quando sabemos que existe uma causa para a dor e, neste caso, que a cura é possível.</p>



<p>Porém, sabemos também que, muitas vezes, a causa da dor não pode ser curada. Entram em cena, portanto, as cirurgias com implantes de aparelhos que funcionam como computadores ligados a eletrodos, pequenos fios que permanecem totalmente implantados no corpo da pessoa. Esses aparelhos têm o poder de mudar a forma como a dor é percebida ou, até mesmo, bloquear a percepção da dor, levando a um alívio importante e, muitas vezes, duradouro. Essas cirurgias são chamadas de neuromodulação, mudando a forma como os neurônios transmitem a dor.</p>



<p>A dor crônica pode e deve ser tratada. Não é normal aceitar a dor e se limitar por conta dela. Se tiver sinais de que sua situação é persistente, busque um neurologista ou neurocirurgião especialista em tratamento da dor.</p>



<p><a href="https://s2211.imxsnd16.com/link.php?code=bDolMjNfZnRucmVmMTo0MDA5NzM1NzgxOm1hcmN1c2ZyZWRpYW5pQGdtYWlsLmNvbToyZmUyMTQ6MmI=" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[1]</a> Breivik H, Collett B, Ventafridda V, <em>et al</em>. (2006). <em>Eur J Pain</em>; <strong>10</strong>: 287&#8211;333</p>



<p><strong>FONTE:</strong> Marcelo Valadares é neurocirurgião, médico da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Hospital Israelita Albert Einstein.</p>
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		<title>Saiba como yoga pode ajudar na recuperação de cirurgias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Kaiut]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo especialista de saúde, o corpo sempre responde bem a estímulos técnicos de saúde sistêmica.&#160; Foto: Divulgação Você sabia que o yoga pode ajudar pacientes que foram submetidos a procedimentos cirúrgicos? Pois é. De acordo com o professor de yoga, quiroprata e terapeuta natural, Francisco Kaiut, manter a prática antes da cirurgia vai contribuir com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><strong>Segundo especialista de saúde, o corpo sempre responde bem a estímulos técnicos de saúde sistêmica.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>Você sabia que o yoga pode ajudar pacientes que foram submetidos a procedimentos cirúrgicos? Pois é. De acordo com o professor de yoga, quiroprata e terapeuta natural, Francisco Kaiut, manter a prática antes da cirurgia vai contribuir com todo o processo, do preparo à recuperação. <br><br>“Se você vai operar o ombro, por que considerar apenas essa região do corpo? Não seria melhor ter as outras disponíveis e em pleno funcionamento? Acredito ser melhor cuidar do todo para contar com um bom estado de saúde. Se não houver restrições médicas, com os alunos mais próximos, procuro intensificar a prática, inclusive na região que será afetada pela cirurgia. Faço isso usando muita técnica e responsabilidade, afinal, é um trabalho intenso, visando gerar promover uma melhora global do aluno”, afirma.. <br><br>Segundo o profissional de saúde, o corpo sempre responde bem a estímulos técnicos de saúde sistêmica. “Alunos que vão passar por uma cirurgia costumam me procurar para saber se devem parar com a prática antes e por um período após a intervenção. Para mim, essa dúvida disfarça uma atitude sabotadora, pois usa possíveis reveses negativos futuros e não ajuda a ser construtivo no presente. Sobretudo para melhorar a saúde”, completa.<br><br>Conforme o professor, cada ser humano tem suas próprias questões, convicções pré- estabelecidas ou até projeções de que a cirurgia é a única alternativa para resolver completamente o problema. “Poucos sabem que nem sempre ela gera saúde. No Método Kaiut Yoga trabalhamos com um conceito alinhado ao pensamento do médico e psiquiatra austro-húngaro Wilhelm Reich. Ele defendia que antes da doença física há a energética. É a isso que me refiro, as cirurgias são eficientes para tratar os males físicos, mas não atuam na matriz energética, podendo fazer emergir novas questões”, explica. <br><br>Por fim, segundo Kaiut, antes das intervenções é necessário preparar o corpo para estar totalmente disponível na cirurgia.</p>



<p><strong>FONTE: </strong><a href="https://instagram.com/kaiutyoga?igshid=YmMyMTA2M2Y=" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Francisco Kaiut</a>&nbsp;é um professor de yoga, quiroprata e terapeuta natural que dedicou sua vida a encontrar uma abordagem simples e fácil para lidar com os desconfortos no corpo, dores crônicas e ansiedade. Essa busca resultou na criação do Método Kaiut Yoga, um método moderno de yoga que proporciona saúde e bem-estar, especialmente frente aos problemas da vida contemporânea.</p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial da Pneumonia: doença é líder em óbitos de crianças de até cinco anos no mundo</title>
		<link>https://g2medicinadiagnostica.com.br/2022/11/11/dia-mundial-da-pneumonia-doenca-e-lider-em-obitos-de-criancas-de-ate-cinco-anos-no-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pneumologista infantil do Vera Cruz Centro Médico São Camilo explica cenário e alerta para causas e consequências da doença. Foto: Freepik Um número assustador, que pode passar despercebido no dia a dia, não foi esquecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde 2009. Naquele ano, o órgão instituiu o 12 de novembro como o Dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><strong>Pneumologista infantil do Vera Cruz Centro Médico São Camilo explica cenário e alerta para causas e consequências da doença.</strong></p>



<p><strong>Foto: Freepik</strong></p>



<p>Um número assustador, que pode passar despercebido no dia a dia, não foi esquecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde 2009. Naquele ano, o órgão instituiu o 12 de novembro como o Dia Mundial da Pneumonia, cujo objetivo é conscientizar sobre a importância da prevenção à doença. Não é para menos. A patologia infecciosa aguda, que acomete pulmões e pode ser provocada por bactérias, vírus, fungos ou pela inalação de produtos tóxicos, mata quase um milhão de crianças mundialmente a cada ano. Média superior a duas mil por dia. É, inclusive, a principal causa de óbitos em pequenos abaixo dos cinco anos.</p>



<p>Segundo Rafaelli Duarte de Medeiros, pneumologista pediátrica do Vera Cruz Centro Médico São Camilo, desde 2010, quando a vacina Pneumo 10 foi incluída no Programa Nacional de Imunizações do SUS, foi possível observar uma redução significativa nas internações e óbitos pela doença na faixa etária pediátrica.</p>



<p>“Em 2020, com a pandemia de Covid-19, tivemos medidas de isolamento social, fechamento de escolas e uso de máscaras. O efeito, além da diminuição na transmissão do coronavírus, foi uma significativa redução na transmissão de outras doenças respiratórias. Após dois anos, vivemos um cenário completamente oposto, pois com o relaxamento das medidas, as crianças retornaram às escolas, voltamos ao convívio social com aglomerações e tivemos a liberação do uso de máscaras, acarretando um aumento considerável na procura por atendimento pediátrico por sintomas respiratórios devido a resfriados, bronquiolites, asma e pneumonia”, explica.</p>



<p>De acordo com a médica, isso provavelmente aconteceu por conta de as crianças pequenas ainda estarem vulneráveis à maior parte dos vírus e bactérias; e por crianças maiores, adolescentes e adultos terem passado por uma perda da memória imunológica, tornando-se novamente suscetíveis.</p>



<p><strong>MAIS DE 600 MIL INTERNAÇÕES/ANO NO BRASIL</strong></p>



<p>Segundo levantamento do SUS (Sistema Único de Saúde) neste ano, o Brasil registra, anualmente, mais de 600 mil internações por Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e Influenza. De acordo com o DATASUS, 44.523 pessoas morreram por pneumonia de janeiro a agosto de 2022. No mesmo período do ano passado, foram 31.027 óbitos, um aumento de 43,5%.</p>



<p>“Alguns aspectos importantes devem ser observados, como a queda da cobertura vacinal geral, inclusive da Pneumo10, aumentando o risco de evoluções graves e desfavoráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, levando ao aumento da resistência bacteriana, e a falta de medicamentos antimicrobianos, dificultando ou atrasando o início do tratamento, com risco de evolução para complicações da infecção”, adiciona Rafaelli. Essa mesma queda da cobertura vacinal pode representar um risco para ressurgimento de doenças anteriormente controladas ou erradicadas, como sarampo, poliomielite e meningite.</p>



<p><strong>CUIDADOS ESSENCIAIS PARA A PREVENÇÃO</strong></p>



<p>Segundo a especialista, hábitos de higiene rotineiros e cuidados com vícios são primordiais para a prevenção. “O fumo e as bebidas alcoólicas, por exemplo, interferem no sistema imunológico. Portanto, é bom cortar ou ter extrema moderação. Lavar as mãos, evitar aglomerações e tomar as vacinas da gripe e contra a bactéria pneumococo também são importantes, pois atenuam sintomas e estágios de gravidade. Consequentemente, diminuem a chance de óbito”.</p>



<p>Para diagnóstico e tratamento da pneumonia, o Vera Cruz, bem como suas outras unidades hospitalares em Campinas e região, conta com uma equipe capacitada e multidisciplinar para a realização de exames clínicos, ausculta pulmonar, radiografias e para a indicação do tratamento adequado, sempre feito de forma individualizada e levando em consideração a origem da pneumonia, seja bacteriana, viral, via fungos ou inalação tóxica.</p>



<p><strong>FONTE: Dra. Rafaelli Duarte de Medeiros | CRM: 157078 | RQE Pediatria: 68875</strong></p>



<p>#DiaMundialDaPneumonia #Pneumonia # RafaelliDuarteDeMedeiros #VeraCruzCentroMedicoSaoCamilo #Pediatria</p>
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		<title>No mês da prevenção do câncer de mama, ONG Cabelegria amplia agenda de cortes solidários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G2 Medicina - Assessoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 15:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Cortes Solidários]]></category>
		<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[ONG Cabelegria]]></category>
		<category><![CDATA[Perucas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Cristiane Burckauser Fotografia Cabelos doados se transformarão em perucas destinadas às mulheres e crianças diagnosticadas com câncer. Em outubro, ONG percorrerá SP e RJ com a ação. Para seguir transformando positivamente a vida de mulheres e crianças em tratamento oncológico por todo país, a ONG Cabelegria preparou uma agenda especial de cortes solidários para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Foto: Cristiane Burckauser Fotografia</strong></p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Cabelos doados se transformarão em perucas destinadas às mulheres e crianças diagnosticadas com câncer. Em outubro, ONG percorrerá SP e RJ com a ação.</strong></p>



<p>Para seguir transformando positivamente a vida de mulheres e crianças em tratamento oncológico por todo país, a ONG Cabelegria preparou uma agenda especial de cortes solidários para o Outubro Rosa, mês da prevenção e do diagnóstico precoce de câncer de mama.</p>



<p>Fundada em 2013, a ONG que arrecada cabelo, confecciona e distribui perucas realizará ações com cortes gratuitos pelo estado de São Paulo e Rio de Janeiro, durante todo mês de outubro.</p>



<p>Quem quiser aproveitar a oportunidade para fazer este lindo gesto de doação, precisa ficar atento a alguns critérios: o cabelo tem que ter no mínimo 20 centímetros, precisa estar limpo e o atendimento é feito com distribuição de senhas por ordem de chegada.</p>



<p>Nos locais dos cortes, o Banco de Perucas móvel também estará presente, promovendo a doação de perucas para aumentar a autoestima das pacientes oncológicas. Quem deseja retirar uma precisa ter em mãos o laudo médico, comprovante de quimioterapia, RG e CPF.</p>



<p><strong>MARCAS SE UNEM À CAUSA PARA AJUDAR A CABELEGRIA</strong></p>



<p>Durante o Outubro Rosa, a ONG está com marcas parceiras incríveis para ampliar a arrecadação e, consequentemente, o trabalho realizado por todo Brasil.</p>



<p>Na Sephora, por exemplo, a cada duas fragrâncias Bvlgari vendidas, uma peruca será doada para uma paciente. É o terceiro ano desta ação e mais de mil pacientes já foram beneficiadas. Só em 2022, a meta é conseguir entregar 600 perucas. A compra pode ser feita pelo site da Sephora ou presencialmente nas lojas.</p>



<p>Para somar na missão de ajudar a confeccionar as perucas, a DaBelle vai destinar 50% da venda dos produtos da linha Micelar Precioso à ONG Cabelegria. Pelo site tudoqueeuamo.com.br é possível adquirir shampoo, condicionador, creme para pentear, protetor térmico, spray perfumado e máscara de hidratação que compõem a linha e, assim, participar desta corrente preciosa!</p>



<p>Site: ​<strong><a href="http://www.cabelegria.org">www.cabelegria.org</a></strong></p>



<p>Instagram: @cabelegria</p>



<p><strong>SERVIÇO CORTES SOLIDÁRIOS</strong></p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Shopping Penha</strong></p>



<p>Data: 18 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: R. Dr. João Ribeiro, 304 &#8211; Penha de França, São Paulo &#8211; SP</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Quartzolit</strong></p>



<p>Data: 21 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: A confirmar</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Ilha Plaza Shopping &#8211; RJ</strong></p>



<p>Data: 22 de outubro</p>



<p>Horário: das 12h às 20h</p>



<p>Endereço: Av. Maestro Paulo e Silva, 400 &#8211; Freguesia (Ilha do Governador), Rio de Janeiro</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Nielsen Paulista</strong></p>



<p>Data: 23 de outubro</p>



<p>Horário: das 9h às 17h</p>



<p>Local: Av. Paulista</p>



<p>Endereço: A definir</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Hospital Darcy Vargas</strong></p>



<p>Data: 24 de outubro</p>



<p>Horário: das 9h às 14h</p>



<p>Endereço: R. Dr. Seráfico de Assis Carvalho, 34 &#8211; Morumbi, São Paulo &#8211; SP</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Shopping Mais</strong></p>



<p>Data: 28 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: Rua Amador Bueno, 229 &#8211; Santo Amaro &#8211; São Paulo/SP</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Prezunic &#8211; Freguesia</strong></p>



<p>Data: 28 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: Estr. de Jacarepaguá, 7153 &#8211; Freguesia de Jacarepaguá &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Prezunic &#8211; Campo Grande</strong></p>



<p>Data: 29 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: Est. do Cabuçu, 1654 &#8211; Campo GrandeRio de Janeiro &#8211; RJ</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Quartzolit</strong></p>



<p>Data: 29 de outubro</p>



<p>Horário: das 10h às 18h</p>



<p>Endereço: Av. Ivo Mário Isaac Pires, 800 &#8211; Das Pedras, Cotia &#8211; SP</p>



<p><strong>• Corte de Cabelo Grand Plaza Shopping</strong></p>



<p>Data: 30 de outubro</p>



<p>Horário: 12h às 20h</p>



<p>Endereço: Av. Industrial, 600 &#8211; Centro, Santo André &#8211; SP</p>



<p><strong>Fonte: ONG Cabelegria</strong></p>
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